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Mostrando postagens com o rótulo Cultura

Cultura Organizacional: Edgar Schein e Geert Hofstede

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Para Schein:   “Modelo (padrão) de pressupostos compartilhados, que um grupo assimilou na medida em que resolveu os seus problemas de adaptação externa e integração interna e que, por ter sido suficientemente eficaz, foi considerado válido e repassado (ensinado) aos demais membros (novatos) como a maneira correta de perceber, pensar e sentir em relação àqueles problemas.” Para Hofstede:   “Programação coletiva da mente que distingue os membros de um grupo dos de outro.” A premissa de Edgar Schein afirma todo grupo social precisa resolver dois problemas principais: convivência de seus integrantes e adaptação ao mundo exterior. Já a de Geert Hofstede, existe um padrão de crenças e valores compartilhados que ajuda os indivíduos a compreender o funcionamento organizacional. Este mesmo padrão proporciona aos membros certas normas de comportamento a serem seguidas, e a cultura é manifestada por meio de símbolos, heróis e rituais. Elementos da Cultura Organizacional, segun...

A História da Tinta de Escrever

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Por ser algo fundamental que serviu para propagar a escrita no decorrer das eras e, consequentemente, a literatura, é muito bom sabermos como se deu a evolução da tinta que marca o papel, possibilitando a nossa entrada no fantástico universo dos livros. Pelo nome da tinta de escrever (em grego, énkaiston ), indicam-se os preparados que servem para escrever, para a imprensa e para vários fins industriais. As primeiríssimas tintas, naturalmente para escrever, foram idealizadas e compostas desde a mais remota antiguidade. Realmente, é ao chinês Tien-Chu, que viveu ao tempo do império de Huan Ti (terceiro milênio a.C.), que se atribui a invenção da chamada tinta da China.  Todas as primeiras referências sobre tal invenção falam do Velho Continente mas, de outro lado, também é digna de credito a documentação de Filon de Bizâncio (século II a.C.), que nos descreve uma tinta "simpática", precursora da tinta ferro-gálica, ainda em uso. Plínio refere-nos que os Romanos usavam...

A Traição de Tarpéia

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Existia uma menina chamada Tarpéia, cujo pai era guarda do portão externo de uma cidadela de Roma. Era tempo de guerra — os sabinos estavam atacando a cidade. Seu acampamento ficava perto da muralha. Tarpéia costumava ver os soldados sabinos quando ia pegar água no poço público que ficava do lado de fora do portão. Às vezes, ficava por ali e deixava aqueles homens estranhos conversarem com ela, pois gostava de olhar os cintilantes ornamentos de prata. Os soldados usavam pesados anéis e pulseiras de prata no braço esquerdo — alguns usavam até cinco ou seis. Eles sabiam que se tratava da filha do guardião da cidadela, e observaram que ela cobiçava os ornamentos. Portanto, dia após dia conversavam e mostravam-lhe seus anéis de prata para tentá-la. E Tarpéia acabou fazendo uma troca: trairia sua cidade para eles. Disse que destrancaria o portão e os deixaria entrar caso lhe dessem o que usavam no braço esquerdo. A noite chegou. Em meio a total escuridão e silêncio, Tarpéia...

A Revolução Científica de Thomas Kuhn

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Thomas Kuhn elaborou uma noção para o que é uma revolução científica e sua estrutura. De acordo com o filósofo, existem 4 grandes fases do desenvolvimento de um paradigma ou teoria científica . Mas antes, é preciso compreender que teoria é o conjunto de proposições lógicas que explicam a natureza de algo investigado. Surgem e desaparecem de acordo com o avanço dos pesquisadores. Há dois elementos centrais que definem a estrutura da revolução científica. O primeiro é a capacidade de um trabalho ou obra científica trazer acordo e representar entendimento entre os autores; compartilhar as ideias e as hipóteses. Já o segundo é o tempo, pois nenhum paradigma vai durar para sempre, mas somente por determinado período. Em linhas gerais, não significa que as teorias são sempre falhas, pois serviram para explicar a realidade em dado momento, até que surgisse uma nova que desse continuidade a esse fenômeno cíclico. Veja agora as 4 fases desse desenvolvimento: 1ª) Fase Pré-parad...

As Magníficas Torres de Bolonha

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Bolonha possuía cerca de 180 torres entre o século XII e XIII e o motivo pelo qual elas foram construídas até hoje não é muito claro. Todavia, uma das hipóteses mais relevantes seria o fato das famílias ricas da época usarem tais construções para se defenderem dos inimigos. Infelizmente a maior parte veio abaixo no século XIII; algumas demolidas propositalmente enquanto outras simplesmente colapsaram devido à ação do tempo. As que permaneceram de pé, foram reutilizadas nos séculos vindouros de várias formas, como prisão, comércio, residência, entre outras finalidades até que em 1917, numa tentativa fracassada de reestruturação da cidade, foram demolidas mais duas torres, sendo elas Artenisi e Riccadonna. Hoje, menos de 20 dessas quase milenares construções podem ser vistas; e para a surpresa de muitos a maior delas continua de pé, com seus 97 metros de altura, o equivalente a um prédio de 33 andares, e aproximadamente 900 anos. Trata-se da Torre de Asinelli. Acredita-se que t...

A História do Bordado

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De fato, muitas figuras conhecidas no cenário mítico dos poemas homéricos ou na delicada atmosfera bíblica, revelam como a agulha sempre foi, desde as origens da humanidade, o símbolo de uma arte gentilíssima, que reflete o caráter de várias épocas; ou seja, os costumes, os usos, as manifestações da fantasia e do espírito. É justamente na Ilíada e na Odisseia que encontramos encantadoras donzelas envoltas em cândidos peplos entretidas em bordas tecidos preciosos, com a sábia agulha, guiada por mãos hábeis e espertas. E a arte do bordado encontrou a fonte de sua legendária história num episódio narrado pela mitologia, mesmo sendo sabido que o bordado floresceu na China e atingiu perfeição no Japão; e que somente durante as Cruzadas  difundiu-se pela Europa, onde encontrou grande aplicação nos castelos medievais. Mas a história do vídeo abaixo nos conta em um clima fantasioso que vale a pena ser conhecido também.  A Lenda de Aracne faz parte da mitologia grega, e se ...

Segredos da Escrita Antiga

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É sabido que a escrita começou na Mesopotâmia cuja maior parte é, hoje, ocupada pelo Iraque. Na época, tinha como intuito registrar transações comerciais; começando pelo desenho dos objetivos e passando para símbolos que representavam ideias em seguida. Por volta de 3.500 a.C., os sons da fala começaram a ser escritos com estilete em pequenas tábuas de barro, sendo conhecida atualmente como escrita cuneiforme, ganhando o Velho Mundo. Só em 1.000 a.C. os fenícios inventaram o alfabeto, mesmo já existindo a escrita independente em outras partes do mundo. Na China, os primeiros registros foram feitos em ossos, que marcavam ações militares e feitos de imperadores. Já na América Central os maias usavam hieróglifos a fim de usarem para a astronomia e as dinastias. É válido ressaltar que nas sociedades antigas, o conhecimento da escrita era restringido às elites, por ser considerado como fonte de sabedoria e poder. A seguir abordarei alguns conceitos interessantes e úteis para que ha...

O Desenvolvimento da Ética no Decorrer do Tempo

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De acordo com a disciplina Ética e Desenvolvimento Sustentável ministrada pelo Centro Universitário Internacional, a ética é a parte da filosofia que estuda os princípios e os valores morais do ser humano. Seu estudo surgiu na Idade Antiga e buscava uma fundamentação teórica para melhorar o modo de vida e convivência das pessoas. Porém, com o passar dos anos, o modo de viver e de relacionar foram influenciados pelos acontecimentos históricos, e as teorias envolvendo a ética precisaram ser reformuladas. Veja como isso aconteceu: IDADE ANTIGA Surge o questionamento da relação do homem com o mundo e o estabelecimento do pensamento e da linguagem. ► Ética Socrática: Baseada nas reflexões do filósofo Sócrates, a ética é embasada no conhecimento, que é visto como uma concepção de virtude, capaz de atingir a felicidade da alma. Os vícios são vistos como formas de ignorância, que, assim como as virtudes, podem ser transmitidas. ►  Ética Platônica: Baseada nos pensamento...

25 Curiosidades Sobre Bibliotecas

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Segundo a Grande Enciclopédia Larousse Cultural, muito se tem para aprender sobre a história das bibliotecas no mundo, desde seus primeiros relatos até os dias atuais da sociedade contemporânea. Ao ler uma parte específica sobre esse assunto, presente no Volume II da obra, resolvi criar uma publicação em síntese com os principais aspectos e características que engloba o desenvolvimento das bibliotecas no decorrer das eras. O resultado do resumo foi uma lista com vinte e cinco curiosidades que você pode conferir logo abaixo. ► A primeira biblioteca de que se tem notícia é a do Faraó Ramsés II, do Egito. ► Outra biblioteca importante da Antiguidade foi a de Nínive, organizada entre 669 e 629 a.C., por Assurbanipal, na Assíria. ► A primeira biblioteca pública grega foi fundada em 571 a.C., por Pisístrato, mas as mais significativas pertenciam a particulares, sobretudo filósofos e teatrólogos. ► A mais célebre das bibliotecas antigas era a de Alexandria, que, formada no...

Curiosidades sobre os Antigos Jogos Olímpicos

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Nada unia mais os antigos gregos do que sua rica mitologia e seus esportes. Todos eles, fossem da Sicília ou Atenas, reconheciam como deus supremo a Zeus ou Júpiter, e iam celebrar seu culto em Olímpia, onde estava localizado o principal santuário. Todos tomavam parte nos grandes torneios esportivos que reuniam os povos gregos de todo o mundo. Tais jogos eram conhecidos como Olimpíadas , que tiveram no ano de 776 a.C., o seu marco histórico inicial. "Olímpia era a antiga cidade do Peloponeso (Grécia), onde se realizavam os jogos olímpicos.  Nas últimas décadas foram encontradas diversas ruínas dos magníficos templos de Zeus." Eram jogos realizados em homenagem a Zeus, disputados de quatro em quatro anos, durante o solstício de verão, quando o sol, no hemisfério norte, alcançava a sua refulgência maior. Duravam cerca de cinco dias e constavam de provas de corridas, saltos, arremessos, lutas e concursos de canto e poesia . A vitória num desses jogos importava nu...

O Santuário de Glastonbury

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Rodeada pela vasta planície de Somerset Levels, Glastonbury Tor, torre de uma igreja em ruínas, eleva-se na colina verdejante onde, bem no topo, constitui um marco inigualável de um dos lugares mais misteriosos da Inglaterra. E isto porque a misteriosa região, local de primitiva povoação cristã, está imersa em abundante riqueza de tradições, lendas, mitos e romances. Este pequeno e animado povodo atrai visitantes de todos os gêneros: românticos fascinados pelas lendas do rei Artur, peregrinos à procura da herança da antiga cristandade, místicos em busca do Santo Graal, enquanto os astrólogos são seduzidos pelos rumores da existência de um zodíaco na paisagem. As lendas de Glastonbury poderão ter um fundo de verdade, mas o fato é que elas envolveram a região numa aura de mistério. Lady  Chapel, a abadia do século XII, ergue-se no local de uma antiga igreja destruída por um incêndio em 1184 d. C. Tratava-se da "Igreja Velha" que, segundo a tradição, foi construída por ...

Lendas e Histórias Além das Ruínas do Grande Zimbábue

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Durante muitos séculos os exploradores árabes e europeus sonharam com as fabulosas minas de Ofir, de onde o rei Salomão retirara os seus tesouros. A lenda do Preste João, o grande rei cristão cujos domínios englobavam o território onde se implantavam as referidas minas, era já do conhecimento dos exploradores portugueses do século XVI, que julgavam que Ofir se situaria no sul do continente africano. Em 1502, um árabe contou a um comerciante português que Sofala — hoje um porto de Moçambique — era Ofir. Em 1552, o historiador português João de Barros escreveu a obra Da Asia , no qual descrevia a fortaleza de pedra de Sofala "no centro da zona de minas".  Esta fortaleza possuía uma inscrição indecifrável por cima da porta. Construída de pedra sem argamassa, a fortaleza era designada pelos habitantes locais como Symbaoe, um nome próximo do atual Zimbábue. Barros acreditava que as construções eram muito antigas, uma vez que nem os árabes nem os africanos eram capazes de le...

Os Invernos da Ilha, de Rodrigo Duarte Garcia

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Assim como disse o editor Carlos Andreazza sobre a obra: "Livro de aventura como não há no Brasil" , faço de suas palavras as minhas e ressalto que há muito procurava um exemplar que me proporcionasse uma série completa de sentimentos tão profundos capazes de me fazer refletir sobre questões do âmbito material e espiritual. "Tormentas de mar, enganos da terra. Entre danos colaterais e a guerra, não peço fúria grandes e sonoras, nem sons altos sublimados. Mas apenas ser claro e não aborrecer." Com Os Invernos da Ilha , pude preencher o vazio aventureiro e misterioso no qual me encontrava. Não posso negar que nos últimos tempos tive a oportunidade de ler outros livros do mesmo gênero, mas posso afirmar que nenhum deles foi tão cativante e emocionante como este, aqui resenhado. E um outro detalhe surpreendente é fato de ser o primeiro romance do autor Rodrigo Duarte Garcia. "Um grande poeta dizia que escritores confessionais são uma espécie desprezível, ...

Yakuba, de Thierry Dedieu

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Uma verdadeira obra de arte, Yakuba é um livro escrito pelo francês Thierry Dedieu, e representa uma cultura distante que tem muito a nos ensinar. Mesmo com suas peculiaridades e costumes, a aldeia localizada no coração da África compartilha conosco certo valores universais, os quais estão além dos limites de território. A pequena obra infanto-juvenil nos proporciona uma experiência completa de leitura e contemplação. Com suas belas ilustrações feitas pelo próprio autor, retrata a cultura da aldeia de uma forma única, capaz de levar nossa imaginação para bem perto do continente africano. Sem muitas palavras, deixa-nos imaginar os diálogos não ditos e pensamentos dos personagens que são descritos pelas imagens marcantes. O autor que já escreveu mais de quarenta livros infanto-juvenis, foi premiado várias vezes por sua originalidade, inclusive por Yakuba . Ao contrário do que pensei no início, o nome Yakuba não é dado à aldeia, mas ao garoto, personagem principal da obra,...

Anatomias, de Hugh Aldersey-Williams

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Tendo potencial para ser considerado um exímio exemplar acadêmico, Anatomias vai além, abrangendo seu público alvo para diversas outras áreas. Hugh Aldersey-Williams, ao elaborar o livro, pensou bem no que estava fazendo por não pertencer ao meio "médico-autor" — maioria do mercado literário da saúde — e, dessa forma, pôde escrever uma verdadeira obra-prima. Falando de corpo, pensamos em anatomia, órgãos, ossos e carne. Muitos acreditam que são informações específicas para doutores da área. Mas o propósito de Aldersey foi mostrar o quão útil é ficar a par do que acontece com a mais perfeita máquina existente: o corpo humano. "O corpo humano é com frequência descrito como uma maravilha da natureza, mas é sem dúvida a maravilha da natureza que menos nos detemos para admirar." Responsável por todas as sensações prazerosas, o corpo é o aliado mais íntimo contra o mundo. Desde o início dos registros históricos é estudado, pelo simples fascínio da vida; singu...

Parceria Firmada com a Editora Petit e Butterfly

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É com muita alegria que firmo mais duas parcerias com outras grandes editoras do Brasil; são elas: Editora Petit e Editora Butterfly . Cada uma com suas características e particularidades, que ao longo das resenhas você, leitor, poderá perceber. A Petit Editora iniciou suas atividades em 1982, na cidade de São Paulo, como editora de livros técnicos, de informática e eletrônica. Em 1990, seus fundadores resolveram dar um novo direcionamento à editora. Passaram a publicar livros espíritas, cuja distribuição e venda era até então restrita aos centros espíritas. Pioneira na abertura desse segmento ao mercado editorial, a Petit começou a distribuir seus livros nas livrarias comerciais e a atrair novos leitores. O primeiro livro espírita publicado pela Petit Editoria foi O homem e seus poderes , de Eunilto Carvalho de Souza. O primeiro grande sucesso foi o livro Reconciliação , de autoria do Espírito Antônio Carlos, psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carva...

O Livro Ilustrado dos Mitos, por Neil Philip

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O mito fantasia o passado imemorial de forma fabulosa, narrando as origens entre genealogias e rivalidades na autoridade e confiabilidade da pessoa que o testemunhou. O Livro Ilustrado dos Mitos é um conjunto dessas histórias irreais, contadas em diferentes épocas e lugares. Entretanto, não é considerado apenas história. Uma vez que pessoas acreditam nele com o coração e a alma, torna-se uma mina de fidelidade humana — a verdade de um é a ficção de outro. "Os Mitos são os sonhos da humanidade. Como os sonhos, eles são ao mesmo tempo profundamente estranhos e espantosamente familiares." A obra conta com uma fração do que compõe a mitologia mundial, sendo que algumas regiões são mais retratadas do que outras. Dividido em sete parte, o livro começa com os mitos da criação e os "começos" do mundo, passando para fertilidade e cultivo, deuses e mortais, deuses e animais, até chegar nas visões do fim. As ilustrações são extremamente detalhadas e a narrati...